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afim de registrar umas histórias em poesias

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um absurdo, como outro qualquer.

6.12.06

Um ódio

Quero um ódio
que seja cara a cara

Uma verdades iludidas e rasgadas
Um tanto de choro preso.. que se confude e saí

De repente uma mão que bata, e sangra
sangra um rosto..
sangra só..
sangra na madeira, numa parede
sangra os dentes..

Ódio ofegante no seu desespero
Verdadeiro e voraz
Que morra na ação!

E Sobretudo
liberte
se liberte
me liberte!

1 Comments:

Blogger Sidnei Akiyoshi said...

Oi!!!

Como diz nosso amigo Zeca Baleiro: "meu coração não bate, só apanha"

Na falta do Amor louvo seu irmão gêmeo... o Ódio.

já é alguma coisa...

continuo te odiando...

e só não quebro uma garrafa de cerveja na tua cabeça porque é desperdício (de cerveja, claro).

Afagos odiosos...

09:25  

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